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Dólar fecha em queda e alcança R$ 2,15 após acordo nos EUA
Postado em: 17/10/2013

O acordo temporário entre democratas e republicanos para por um fim ao impasse fiscal nosEstados Unidos e a mudança na rotina dos leilões do BC brasileiro fez o dólar peder fôlego ante o real nesta quinta-feira (17) e fechar no nível de R$ 2,15.

Operadores se questionaram se a autoridade monetária teria feito uma espécie de teste no mercado, indicando que poderia não gostar do patamar de R$ 2,15 para o dólar. Mas, de uma maneira geral, a avaliação continuou sendo a de que o programa de intervenções do BC não terá mudanças pelo menos por enquanto.

A moeda americana fechou em queda de 0,7%, a R$ 2,1593, tendo chegado a R$ 2,1573 na mínima. É a menor cotação do dólar desde 14 de junho deste ano, quando a moeda fechou a R$ 2,1481. Veja cotação

Na semana, a moeda americana acumula queda de 0,85% e no mês, de 2,57%. No ano, há valorização de 5,6%.

Leilões do BC
Na quarta-feira, o BC anunciou seu próximo leilão de swap cambial apenas após o fechamento dos mercados. Com o dólar abaixo do "piso técnico" avaliado pelo mercado de R$ 2,20, investidores passaram a especular se o BC manterá o ritmo de rolagens dos contratos que estão para vencer ou até mesmo se continuará com seu programa de intervenções diárias, anunciado em agosto e previsto para durar até o final do ano.

O anúncio dos leilões de swap cambial tradicional  --equivalente à venda futura de dólares-- costumava ser feito diariamente, às 14h30 e, na véspera, ocorreu às 20h. Com isso, a moeda norte-americana acabou fechando o dia com leve queda e no patamar de R$ 2,17, depois de ter batido na mínima de R$ 2,1551.

Nesta quinta-feira, o BC informou que passará a anunciar a realização dos leilões diários de swap cambial entre 19h30 e 20h30 por "questão operacional", sem entrar em detalhes.

"O que tem-se falado no mercado é que há uma pressão para não deixar o real se valorizar tanto", afirmou à Reuters um operador de um banco brasileiro, que pediu anonimato.

Nesta quinta-feira, o BC vendeu todos contratos de swap cambial tradicional ofertados com vencimento em 5 de março de 2014. O volume fincanceiro equivalente foi de US$ 497,8 milhões.

Acordo nos EUA
Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama sancionou, na madrugada desta quinta-feira, a lei que encerra a paralisação do governo dos EUA e eleva o teto da dívida pública norte-americana, logo após o Congresso ter superado um impasse que ameaçava provocar um calote histórico.

O acordo, no entanto, é temporario. A legislação emergencial financia o governo até 15 de janeiro e eleva o teto da dívida até 7 de fevereiro, quando os norte-americanos correm o risco de enfrentar uma nova paralisação, alimentando expectativas de que o Federal Reserve, banco central do país, deve adiar a redução do seu programa de estímulos, no valor de US$ 85 bilhões mensais, pelo menos até o próximo ano.

"A superação temporária dos porblemas nos EUA pode levar o Fed a postergar a redução dos estímulos, o que vai estimular o fluxo no mercado", afirmou à Reuters o diretor-executivo da NGO Corretora, Sidnei Nehme.

Selic pode continuar subindo
Também contribuiu para a queda do dólar os novos sinais de que o BC deverá manter o atual ritmo do ciclo de aperto monetário. O aumento da Selic, hoje a 9,5%, torna os ativos brasileiros no mais atrativos mercado internacional, favorecendo a entreda da divisa no país.

Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada na manhã desta quinta-feira, o BC informou que é "apropriada a continuidade do ritmo de ajuste das condições monetárias ora em curso".

"A ata do Copom trouxe pequenas mudanças em relação a ata de agosto, sugerindo que o BC pode continuar subindo a Selic a 0,5 ponto percentual na próxima reunião", disse à Reuters o estrategista-chefe do banco Mizuho, Luciano Rostagno. "O dólar mais fraco favorece o controle da inflação e, pela ata, parece que o BC esta negajado em fazer com que a inflação entre na trajetória de queda", acrescentou.

 

Fonte: do G1, em São Paulo
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